Ai daquele que nunca vê
As estrelas brilharem através dos ciprestes;
Que, sem esperança, sepulta o seu morto,
E não contempla para ver o romper do dia
Para além das lápides chorosas;
Que não aprendeu, em horas de fé,
A verdade da carne e dos sentidos desconhecidos,
Que a vida é sempre senhora da morte,
E que o amor nunca pode perder aos seus.
(John Greenleaf Whittier)

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