As
glorias de nosso sangue e posição
São
sombras, e não coisas substanciais
Não há armadura contra a Sorte;
A
morte põem as mãos geladas em reis:
Cetro
e coroa Tem de cair,
E
no pó se tornam iguais Com o pobre enterrado a pá
Alguns
com espadas colhem os campos,
E
plantam novos laureis onde matam;
Mas
seus fortes nervos por fim devem ceder;
Só conseguem dominar quando jazem enfim:
Cedo
ou tarde.
Descem
ante a sorte,
E
devem desistir de seu hálito e murmúrio
E então, pálidos cativos, se arrastam para a
morte.
Suas
grinaldas secam em vossa fronte;
E
não mais se ufanam de seus grandes feitos!
Sobre
o purpurino altar da Morte, vede agora,
Onde
a vitima vitoriosa ainda sangra.
Vossas
cabeças terão de chegar Ao tumulo frio.
Somente
as ações dos justos.
Perfuram e
florescem.
(James
Shirlcy)
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